No dia 1 de dezembro de 2008, aconteceu o I Seminário Imagens e Narrativas promovido pelo INARRA (Grupo de Pesquisa Imagens, Narrativas e Práticas Culturais, ligado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
O filme Curandeira é a vovozinha! foi exibido seguido de um debate.
Programação
9:30 - ABERTURA
Apresentação do INARRA e lançamento do site - Clarice Peixoto
INAUGURAÇÃO DOS ENSAIOS FOTOGRÁFICOS / CONVERSA COM OS PESQUISADORES
As imagens dos fotógrafos Lambe-Lambe Abílio Águeda (Museu dos Bombeiros)
Jesus está no comando Bárbara Copque (PPCIS-UERJ)
Retratos da infância Fabienne Gama (IFCS-UFRJ)
11:00 - MESA REDONDA
A antropologia (áudio)visual que praticamos Francine Saillant (Universidade Laval, Canadá)Sylvia Caiuby Novaes ( LISA/USP) Clarice Peixoto (INARRA-PPCIS/UERJ)
14:00 – CONVERSA COM OS PESQUISADORES
Etnografias, auto-representações, discursos e imagens: somando representações Fabienne Gama (IFCS-UFRJ)
O processo de imagificação da vida cotidiana e os filmes pessoais Helmut Paulus Fernandes
Casos de família: a conjugalidade nas antenas de TV Elisa Gomes
Fotografias de família César Augusto de Carvalho (UNESA/UFF)
16:00 – APRESENTAÇÃO DOS VÍDEOS / DEBATE COM OS REALIZADORES
Salve Jongo! 25 min, 2005 Pedro Simonard (Universidade de Laval, Canadá)
Curandeira é a Vovozinha, 22 min, 2007 Mariana Leal (PPCIS-UERJ)
Etienne Samain: de um caminho a outro, 35 min, 2008 Clarice Peixoto e equipe INARRA
Axé, dignidade!, 51 min, 2008 Francine Saillant e Pedro Simonard
Gisèle Omindarewá, 65 min, 2008 Clarice Peixoto
19:30 – LANÇAMENTO DOS LIVROS
A capoeira no Rio de Janeiro 1890-1950Izabel Ferreira
A arte da negociação: a capoeira como navegação SocialBernardo Conde
Organização: INARRA (Imagens, Narrativas, e Práticas Culturais CNPq-UERJ)
Realização: DECULT, SR-3Apoio: Linha de Pesquisa Imagens e Perspectivas da Subjetividade, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, UERJ
domingo, 11 de janeiro de 2009
Premiação - 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras
Exibido em novembro de 2008 na 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras, Curandeira é a Vovozinha! ficou em quarto lugar na escolha do júri popular.
Os cinco filmes serão divulgados no primeiro DVD Videoteca Cinema Popular Brasileiro e PURO para escolas das redes municipal, estadual e federal de ensino da região da Baixada Litorânea.
1° Lugar - José Galizia Tundisi e a Água: Consciência Global
2° Lugar - Lolô S.A
3° Lugar - L.A.P.A
4° Lugar - Curandeira é a Vovozinha
5° Lugar - Alerta verde
A mostra é organizada por Leonor Bianchi com o apoio da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Os cinco filmes serão divulgados no primeiro DVD Videoteca Cinema Popular Brasileiro e PURO para escolas das redes municipal, estadual e federal de ensino da região da Baixada Litorânea.
1° Lugar - José Galizia Tundisi e a Água: Consciência Global
2° Lugar - Lolô S.A
3° Lugar - L.A.P.A
4° Lugar - Curandeira é a Vovozinha
5° Lugar - Alerta verde
A mostra é organizada por Leonor Bianchi com o apoio da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Marcadores:
filme etnográfico; mfaero; ervas medicinais
Presença na mídia - Rádio CBN
Reportagem veiculada na Rádio CBN no dia 18/05/2008 sobre a Rede Fitovida e o trabalho de preservação dos saberes tradicionais sobre uso e manejo de plantas medicinais. Entrevistas com integrantes da Rede Fitovida e a jornalista e antropóloga Mariana Leal.
Clique aqui para escutar a sonora.
Clique aqui para escutar a sonora.
Presença na mídia - Jornal da Band
Reportagem exibida no Jornal da Band e no Jornal do Rio sobre a pesquisa "Mulheres da Rede fitovida: ervas medicinais, envelhecimento e associativismo" com entrevista com as integrantes do grupo Grão de Mostarda e a jornalista e antropóloga Mariana Leal.
Presença na mídia - Revista Rio Pesquisa Faperj
Reportagem sobre a pesquisa de mestrado Mulheres da Rede Fitovida: ervas medicinais, envelhecimento e associativismo que deu origem ao filme Curandeira é a vovozinha!.
20/09/2007 - Pesquisa revela rico universo de mulheres herbalistas da Baixada
"As quintas-feiras são movimentadas na Igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro Santa Maria, em Belford Roxo, Região Metropolitana do Rio. Na cozinha instalada nos fundos da paróquia, a procura por remédios fitoterápicos não pára. (...)"
Leia mais
A pesquisa foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro sob a orientação de Clarice Peixoto em agosto de 2007.
20/09/2007 - Pesquisa revela rico universo de mulheres herbalistas da Baixada
"As quintas-feiras são movimentadas na Igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro Santa Maria, em Belford Roxo, Região Metropolitana do Rio. Na cozinha instalada nos fundos da paróquia, a procura por remédios fitoterápicos não pára. (...)"
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A pesquisa foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro sob a orientação de Clarice Peixoto em agosto de 2007.
Curandeira é a vovozinha! - o filme

Curandeira é vovozinha! mostra as motivações e a função social de um grupo que produz remédios feitos com ervas medicinais e os comercializa a preço de custo.
O Grão de Mostarda, localizado em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, faz parte da Rede Fitovida, formada por 108 grupos semelhantes distribuídos pelo estado do Rio de Janeiro. A maioria são mulheres idosas de camadas populares que trocam suas experiências em encontros organizados para garantir a transmissão do conhecimento sobre uso e manipulação de plantas medicinais.
Oscilando entre o risco de serem enquadradas pelo código penal como curandeiras, as vovós da Rede Fitovida reivindicam que o saber popular sobre plantas medicinais seja reconhecido como patrimônio imaterial.
O Grão de Mostarda, localizado em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, faz parte da Rede Fitovida, formada por 108 grupos semelhantes distribuídos pelo estado do Rio de Janeiro. A maioria são mulheres idosas de camadas populares que trocam suas experiências em encontros organizados para garantir a transmissão do conhecimento sobre uso e manipulação de plantas medicinais.
Oscilando entre o risco de serem enquadradas pelo código penal como curandeiras, as vovós da Rede Fitovida reivindicam que o saber popular sobre plantas medicinais seja reconhecido como patrimônio imaterial.
O filme é parte da pesquisa de mestrado Mulheres da Rede Fitovida: ervas medicinais, envelhecimento e associativismo
defendida por Mariana Leal no Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Veja abaixo uma versão resumida:
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